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sábado, 25 de abril de 2015

COMBINAÇÃO SIMPLES

COMBINAÇÃO SIMPLES


Na combinação simples, a ordem dos elementos no agrupamento não interfere. São arranjos que se diferenciam somente pela natureza de seus elementos. Portanto, se temos um conjunto A formado por n elementos tomados p a p, qualquer subconjunto de A formado por p elementos será uma combinação, dada pela seguinte expressão:

Análise Combinatória

Análise Combinatória


estudo da análise combinatória nos permite descobrir quais são as diferentes possibilidades de uma combinação de variáveis. Por exemplo, quantas placas de carro são possíveis de existir no sistema atual de placas brasileiro. É uma matéria bastante cobrada em vestibulares e concursos públicos, pois envolve um pensamento mais abstrato, pois na maioria das vezes, não enxergamos todas as possibilidades.

Princípio fundamental da contagem

Princípio fundamental da contagem



O princípio fundamental da contagem nos diz que sempre devemos multiplicar os números de opções entre as escolhas que podemos fazer. Por exemplo, para montar um computador, temos 3 diferentes tipos de monitores, 4 tipos de teclados, 2 tipos de impressora e 3 tipos de "CPU". Para saber o numero de diferentes possibilidades de computadores que podem ser montados com essas peças, somente multiplicamos as opções:

Probabilidade Condicional

Probabilidade Condicional


Quando discorremos sobre alguns conceitos da probabilidade e também sobre a união de dois eventos, os exemplos dados sempre calculavam a probabilidade de um evento ocorrer diretamente em função do espaço amostral.
probabilidade condicional trata da probabilidade de ocorrer um evento A, tendo ocorrido um evento B, ambos do espaço amostral S, ou seja, ela é calculada sobre o evento B e não em função o espaço amostral S.
A probabilidade de ocorrência de um evento A em relação a um evento ocorrido B é expressa como:

Eventos Mutuamente Excludentes

Eventos Mutuamente Exclusivos


Considerando dois eventos A e B contidos num mesmo espaço amostral
Considerando dois eventos A e B contidos num mesmo espaço amostral

PROBABILIDADE

PROBABILIDADE
    A história da teoria das probabilidades, teve início com os jogos de cartas, dados e de roleta. Esse é o motivo da grande existência de exemplos de jogos de azar no estudo da probabilidade. A teoria da probabilidade permite que se calcule a chance de ocorrência de um número em um experimento aleatório.

Exercícios resolvidos - Progressão Geométrica

Exercícios resolvidos - Progressão Geométrica

Para que você consiga resolver com mais habilidade os próximos exercícios, é fundamental que você consiga entender perfeitamente o conceito aplicado na resolução deste exercício, portanto preste bastante atenção e o estude quantas vezes forem necessárias, até que o tenha compreendido por completo.
Na parte teórica deste tema vimos que a partir da fórmula do termo geral da P.G. em função de qualquer termo, exibida abaixo, podemos representar um termo específico em função de qualquer outro termo.
Para representarmos a7 em função de a9 temos:
Entretanto vimos que na prática esta fórmula nada mais faz que determinar o número de termos de um ao outro e aplicar este número como o coeficiente de q, que irá multiplicar o termo original. Se o termo final estiver à direita (depois) do termo original o coeficiente será positivo, se estiver à esquerda (antes) será negativo.
a9 está dois termos à direita a7, logo precisamos dividi-lo duas vezes pela razão: a7 = a9 . q-2.

Exercícios resolvidos de P.A.



1) Sabendo que o primeiro termo de uma PA é 5 e a razão é 11, calcule o 13º termo:


- Primeiro devemos coletar todas informações do problema:

INTERPOLAÇÃO DE MEIOS ARITMÉTICOS

INTERPOLAÇÃO DE MEIOS ARITMÉTICOS


Uma progressão aritmética consiste em uma sequência numérica que respeita uma condição geral de formação. Vale lembrar que a lógica numérica entre os elementos de uma progressão é dada pela razão entre os números dispostos. Interpolar meios aritméticos significa determinar os números reais existentes entre os valores dos extremos de uma sequência numérica, de modo a se tornar uma Progressão Aritmética. Para isso, necessitamos de relembrar algumas situações envolvendo PA. Veja:

Interpolação de meios geométricos

Interpolação de meios geométricos

A interpolação dos meios geométricos é um tópico abordado nos estudos das progressões geométricas (PG).

As progressões geométricas são sequências numéricas que apresentam uma característica em comum: cada elemento, a partir do segundo, é obtido realizando o produto entre o termo anterior e uma constante q, denominada de razão da PG. Podemos notar a utilização das progressões em diversas áreas do conhecimento. Os pitagóricos já haviam descoberto, por exemplo, que na escala musical, os valores das frequências das sequências de notas de uma oitava, formam uma progressão geométrica.

Progressões: Conceitos e exemplos práticos de P.A. e P.G.



By rafaelbb







Cálculos estequiométricos


Cálculos estequiométricos



Por Camila Salgado de Paula
Professora de Química do Colégio Qi

Estequiometria

ESTEQUIOMETRIA
Antes de efetuar um cálculo estequiométrico é importante saber cacular a massa atômica das substâncias.
Cálculo da massa molecular (MM)
Sua unidade é em gramas (g).
Procura-se o valor da massa atômica do elemento químico na tabela periódica.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Questões Ambientais

Questões Ambientais


1- Defina Meio ambiente:

Conjunto formado por elementos naturais bióticos(animais, plantas) e abióticos(solo, relevo, clima), e não-naturais criados pelo homem, que atuam influenciando os seres-vivos.

As questões europeias



NOVA ORDEM MUNDIAL

GEOGRAFIA

Denomina-se por Nova Ordem Mundial o campo político mundial após a Guerra Fria.

Noções de Cartografia



INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE
   Diretoria de Geociências - DGC

   Departamento de Cartografia - DECAR
 
Av. Brasil, 15.671 - Bloco III B - Térreo - Parada de Lucas - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: 391-7788 ramal 248 - CEP 21.241-051
© IBGE

ENEM - Nova Ordem Mundial - Geografia






ENEM - Nova Ordem Mundial - Geografia


Nova Ordem Mundial
DENOMINA-SE POR NOVA ORDEM MUNDIAL O CAMPO POLÍTICO MUNDIAL APÓS A GUERRA FRIA.




As bandeiras, respectivamente, da União Europeia, dos Estados Unidos, da China e do Japão, principais atores da Nova Ordem Mundial

Geografia - Aula 01 - Orientação e Cartografia

MMN e Propedêutica: Geografia - Aula 01 - Orientação e Cartografia







Geografia para o ENEM


Noções de Cartografia

  • Orientação
  • Coordenadas Geográficas
  • Fusos Horários
  • Fusos Horários do Brasil
  • As Estações do Ano
  • Representação Cartográfica
  • Escala
  • A Representação dos Aspectos Físicos e Humanos nos Mapas
  • Documentação Cartográfica

domingo, 19 de abril de 2015

Distribuição eletrônica de íons

Eletrosfera


Eletrosfera 
Por Paulo Henrique Ferreira
O conceito de eletrosfera, ou “esfera de elétrons”, surgiu com o neozelandês Ernest Rutherford, em 1911, ao refletir sobre o fenômeno da radioatividade e, em uma de suas experiências, buscar uma explicação para o desvio de apenas algumas partículas alfa, positivas, e a passagem praticamente livre das outras ao atravessarem uma fina lamina de ouro. Aceito até então o modelo de Thomson, ou modelo de passas, Rutherford viu-se obrigado a justificar os átomos não mais como justapostos como Dalton pensara anteriormente e tampouco constituído de partículas negativas dispersas numa esfera positiva como Thomson propôs, mas como pequenos e densos núcleos positivos dispersos em espaços vazios, nos quais partículas muito menores e negativas (contrabalançando a carga positiva do núcleo), que foram denominadas elétrons, giravam em órbitas circulares em torno de cada um deles, semelhante ao sistema solar, formando a chamada eletrosfera.


representação da eletrosfera

Hoje, sabe-se que a definição da dimensão do átomo é a extensão da nuvem formada por seus elétrons, a considerada eletrosfera no texto, o que representa de 10.000 a 100.000 vezes o tamanho do núcleo, ou seja, pode-se dizer que átomo consiste majoritariamente de espaço vazio, já que os elétrons possuem massa e dimensão diminuta frente ao átomo.
Arquivado em: Física

http://www.infoescola.com/fisica/eletrosfera/

Distribuição Eletrônica de Elétrons





Distribuição Eletrônica de Elétrons
















Os elétrons estão distribuídos em camadas ao redor do núcleo. Admite-se a existência de 7 camadas eletrônicas, designados pelas letras maiúsculas:



K,L,M,N,O,P e Q. À medida que as camadas se afastam do núcleo, aumenta a energia dos elétrons nelas localizados.

As camadas da eletrosfera representam os níveis de energia da eletrosfera. Assim, as camadas K,L,M,N,O, P e Q constituem os 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º níveis de energia, respectivamente.

Por meio de métodos experimentais, os químicos concluíram que o número máximo de elétrons que cabe em cada camada ou nível de energia é:



Nível de energia Camada Número máximo de elétrons
1º ........................K.......................... 2
........................L ..........................8
........................M ..........................18
........................N ..........................32
........................O ..........................32
........................P ..........................18
........................Q ..........................2 (alguns autores admitem até 8)




Em cada camada ou nível de energia, os elétrons se distribuem em subcamadas ou subníveis de energia, representados pelas letras s,p,d,f, em ordem crescente de energia.

O número máximo de elétrons que cabe em cada subcamada, ou subnivel de energia, também foi determinado experimentalmente:

energia crescente
--------------------------------------------->



Subnível ................................s  p d   f
Número máximo de elétrons 2 6 10 14




O número de subníveis que constituem cada nível de energia depende do número máximo de elétrons que cabe em cada nível. Assim, como no 1ºnível cabem no máximo 2 elétrons, esse nível apresenta apenas um subnível s, no qual cabem os 2 elétrons. O subnível s do 1º nível de energia é representado por 1s.

Modelos atômicos

Modelo atômico de Dalton

A estrutura da matéria é estudada desde o século V a.C., quando surgiu a primeira ideia sobre sua constituição. Os filósofos Leucipo e Demócrito afirmavam que a matéria não poderia ser dividida infinitamente, chegando a uma unidade indivisível denominada átomo. Essas especulações foram substituídas por modelos baseados em estudos experimentais após milhares de anos.

Estrutura do átomo, nº atômico, nº de massa e isoátomos.


#Concursos


Arquivo enviado por Paulo César Machado para QUÍMICA FUNDAMENTAL na UFJF
mais de um mês atrás

 
Química – Profª SIMONE MORGADO Aula 2 – Estrutura do átomo, nº atômico, nº de massa e isoátomos. 

Número atômico e número de massa dos átomos

Número atômico e número de massa dos átomos

Número atômico e número de massa dos átomos
As investigações dos constituintes do átomo levaram a algumas características – como o número de massa e o número atômico – que identificam cada átomo

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Fenômenos Físicos e Químicos


Evidências de Reações Químicas

Evidências de Reações Químicas 

 

Evidências de Reações Químicas



A ocorrência de uma reação química é indicada pelo aparecimento de novas substâncias (ou pelo menos uma) diferentes das que existiam antes.
Quando as substâncias reagem, às vezes ocorrem fatos bastante visíveis que confirmam a ocorrência da reação e dentre eles, podemos destacar: desprendimento de gás e luz, mudança de coloração e cheiro, formação de precipitados, etc...
As experiências de Evidência de Reações Químicas, fundamenta-se em reações de: síntese ou formação, deslocamento ou simples troca e de dupla troca ou substituição.

Movimento Circular

Movimento Circular
Grandezas Angulares
As grandezas até agora utilizadas de deslocamento/espaço (s, h, x, y), de velocidade (v) e de aceleração (a), eram úteis quando o objetivo era descrever movimentos lineares, mas na análise de movimentos circulares, devemos introduzir novas grandezas, que são chamadas grandezas angulares, medidas sempre em radianos. São elas:
  • deslocamento/espaço angular: φ (phi)
  • velocidade angular: ω (ômega)
  • aceleração angular: α (alpha)

Equação de Torricelli

http://www.sofisica.com.br/conteudos/Mecanica/Cinematica/muv2.php

 
Até agora, conhecemos duas equações do movimento uniformemente variado, que nos permitem associar velocidade ou deslocamento com o tempo gasto. Torna-se prático encontrar uma função na qual seja possível conhecer a velocidade de um móvel sem que o tempo seja conhecido.
Para isso, usaremos as duas funções horárias que já conhecemos:

Movimento Retilíneo Uniformemente Variado

Movimento Retilíneo Uniformemente Variado

 Por Thiago Trigo

 

Diferentemente do MRU, o movimento retilíneo uniformemente variado- também conhecido por MRUV-, demonstra que a velocidade varia uniformemente em razão ao tempo. O Movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV) pode ser definido como um movimento de um móvel em relação a um referencia ao longo de uma reta, na qual sua aceleração  é sempre constante . Diz-se que a velocidade do móvel sofre variações iguais em intervalos de tempo iguais. No MRUV a aceleração média assim como sua aceleração instantânea são iguais. Obs:A aceleração instantânea refere-se a um determinado intervalo de tempo “t” considerado, definida matematicamente por; α=limΔt->0=Δv/Δt. Para o estudo da cinemática no ensino médio não é especialmente necessária sabermos a conceituação matemática de aceleração instantânea,uma vez que envolve limites assim como diferenciais que só são vistos na maioria das vezes no ensino superior em relação aos cursos de exatas. Basta sabermos o cálculo da aceleração média pois ambas no MRUV são iguais como mencionado acima.

Movimento Retilíneo

Movimento Retilíneo

 

Por Thiago Trigo 

 

Movimento retilíneo  pode ser conceituado como um movimento de um móvel em relação a um referencial, descrito ao longo de uma trajetória retilínea (reta). Sendo assim consideramos o movimento retilíneo tanto como um descolamento horizontal (movimento de um carro) ou também na vertical, como o lançamento de um moeda. Neste artigo abordaremos os principais conceitos referentes ao movimento retilíneo.

Transportea ativo e passivo

Transporte Passivo

Difusão
Consiste na passagem das moléculas do soluto, do local de maior para o local de menor concentração, até estabelecer um equilíbrio. É um processo lento, exceto quando o gradiente de concentração for muito elevado ou as distâncias percorridas forem curtas. A passagem de substâncias, através da membrana, se dá em resposta ao gradiente de concentração.

Transporte Passivo - Difusão e Osmose

Transporte Passivo - Difusão e Osmose

Informações sobre o transporte de soluções dentro da célula, difusão e osmose, soluções

Doenças transmitidas pela água

Doenças transmitidas pela água
A falta de água potável e de esgoto tratado facilita a transmissão de doenças que, calcula-se, provocam cerca de 30 mil mortes diariamente no mundo. A maioria delas acontece entre crianças, principalmente as de classes mais pobres, que morrem desidratadas, vítimas de diarréia causadas por micróbios. No Brasil, infelizmente mais de 3 milhões de famílias não recebem água tratada e um número de casas duas vezes e meia maior que esse não tem esgoto. Isso é muito grave.
Estima-se que o acesso à água limpa e ao esgoto reduziria em pelo menos um quinto a mortalidade infantil.
Para evitar doenças transmitidas pela água devemos tomar os seguintes cuidados:

O ciclo da água

O ciclo da água
A água no estado líquido ocupa os oceanos, lagos, rios, açudes etc. De modo contínuo e lentamente, à temperatura ambiente, acontece a evaporação, isto é, a água passa do estado líquido para o gasoso.
Quanto maior for a superfície de exposição da água (por exemplo, um oceano ou nas folhas de árvores de uma floresta), maior será o nível de evaporação. Quando o vapor de água entra em contato com as camadas mais frias da atmosfera, a água volta ao estado líquido, isto é, gotículas de água ou até minúsculos cristais de gelo se concentram formando nuvens.

Palavras e Locuções Denotativas

Palavras e Locuções Denotativas
São palavras que, embora, em alguns aspectos (ser invariável, por exemplo), assemelhem-se a advérbios, não possuem, segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira, classificação especial. Do ponto de vista sintático, são expletivas, isto é, não assumem nenhuma função; do ponto de vista morfológico, são invariáveis (muitas delas vindas de outras classes gramaticais); do ponto de vista semântico, são inegavelmente importantes no contexto em que se encontram (daí seu nome). Classificam-se em função da ideia que expressam:

Classes de Palavras

Classes de Palavras

A primeira gramática do ocidente foi de autoria de Dionísio de Trácia, que identificava oito partes do discurso: nome, verbo, particípio, artigo, preposição, pronome, advérbio e conjunção. Atualmente, são reconhecidas dez classes gramaticais  pela maioria dos gramáticos: substantivo, adjetivo, advérbio, verbo, conjunção, interjeição, preposição, artigo, numeral e pronome.

ESTILÍSTICA (hipertexto)

ESTILÍSTICA
DEFINIÇÃO
A Estilística estuda os processos de manipulação da linguagem que permitem a quem fala ou escreve sugerir conteúdos emotivos e intuitivos por meio das palavras. Além disso, estabelece princípios capazes de explicar as escolhas particulares feitas por indivíduos e grupos sociais no que se refere ao uso da língua.

Pasquale Cipro Neto 03 - REDAÇÃO - "TIPOS E GÊNEROS TEXTUAIS"

Funções da Linguagem

Funções da Linguagem
Para que serve a linguagem?
Sabemos que a linguagem é uma das formas de apreensão e de comunicação das coisas do mundo. O ser humano, ao viver em conjunto, utiliza vários códigos para representar o que pensa, o que sente, o que quer, o que faz.
Sendo assim, o que conseguimos expressar e comunicar através da linguagem? Para que ela funciona?

Coerência e Coesão

Coesão

É a manifestação linguística da coerência. Provém da forma como as relações lógico-semânticas do texto são expressas na superfície textual. Assim, a coesão de um texto é verificada mediante a análise de seus mecanismos lexicais e gramaticais de construção.

Leitura e interpretação de Múltiplas Linguagens (1)


Português 1

1.Leitura e interpretação de Múltiplas Linguagens
Início em 20/01/2014
Término em: 07/02/2014
 http://tecciencia.ufba.br/viva-a-escrita/a-magia-da-escrita.jpg
Ler:

terça-feira, 14 de abril de 2015

Espécies Isoeletrônicas

                     Espécies Isoeletrônicas

Isótopos, isóbaros e isótonos – Classificação dos átomos

Isótopos, isóbaros e isótonos – Classificação dos átomos

Por Agnes Rafaela

Átomos e Moléculas

Átomos e Moléculas

Toda a matéria é constituída por corpúsculos. Esses corpúsculos podem ser átomos, moléculas ou ions.

Cinemática

Cinemática

 

Cinemática  é a parte da Mecânica que descreve o movimento, determinando a posição, a velocidade e a aceleração de um corpo em cada instante.

Transformações químicas

Transformações químicas 

 

Por Camila Salgado de Paula
Professora de Química do Colégio Qi
 

Conceito

Constantemente a matéria que nos cerca sofre transformações. Em algumas transformações somente o estado ou a agregação do material são alterados, caracterizando uma transformação física da matéria. Em outros casos essas transformações resultam na produção de um novo material, com características diferentes do inicial.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Razão e proporção

Razão e proporção

 

Razão

O conceito de razão é a forma mais comum e prática de fazer a comparação relativa entre duas grandezas. Ao dividir uma grandeza por outra, estamos comparando a primeira com a segunda, que passa a ser a base da comparação. Por exemplo, se a área de um retângulo mede 300 cm² e a área de um outro retângulo mede 210 cm², ao fazermos a razão das áreas, temos:
210300=710=0,7
Estamos calculando o quanto a área menor representa da maior. Em outras palavras, a área menor representa 0,7, ou 70%, da área maior. Isso é uma comparação muito significativa e fácil de ser feita.

Critérios de divisibilidade

Critérios de divisibilidade

Para alguns números como o dois, o três, o cinco e outros, existem regras que permitem verificar a divisibilidade sem se efetuar a divisão. Essas regras são chamadas de critérios de divisibilidade.

MMC e MDC - ENEM

Mínimo múltiplo comum (MMC)

Os cálculos de MMC e MDC estão ligados aos múltiplos e aos divisores de um número. Esse tipo de cálculo, aprendido no ensino fundamental, é essencial para resolver muitas questões e problemas no ENEM.

Fatoração - Exercícios

01. Fatorar: (a + b) . x + 2(a + b)
Note que (a + b) é fator comum
Teremos então
(x + 2)(a + b)

02. Fatorar: (x + y)2 - (x - y)2
x² + 2xy + y² - x² + 2xy –y²=